ADVENTO - 3ª semana: ACOMPANHAR (14 a 20 de Dez.)

“Veio como testemunha para dar testemunho da luz”.

Nas palavras do Papa: “Nós, cristãos, insistimos na proposta de reconhecer o outro, de curar as feridas, de construir pontes, de estreitar laços e de nos ajudarmos…” (EG67)

- Figura do presépio: José

- Símbolo: Sapatinho/bota de Natal

- Atitude para a família: Esta semana repetir com mais frequência três palavras-chave do vocabulário familiar: obrigado, desculpa, por favor.

- Atitude para a comunidade: Valorizar no seio da comunidade as três palavras-chave: obrigado, desculpa, por favor.

- Atividade: Colocar o sapatinho ou bota de Natal junto ao presépio – por ex. pendurado no pinheiro.

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Solenidade da Imaculada Conceição

1.Bendito seja Deus que nos abençoou em Cristo. E n’Ele nos escolheu” (Ef. 1, 3-12)”. É com as palavras deste magnífico hino da carta aos Efésios, que hoje ouvimos proclamar na segunda leitura, que saúdo Maria, a escolhida de Deus para ser Mãe de Jesus. É com estas mesmas palavras que saúdo a Comunidade cristã da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no Porto, Cidade da Virgem, neste dia em que celebramos a Padroeira de Portugal e evocamos o 160.º aniversário da definição pelo Papa Pio IX do dogma da Imaculada Conceição.

Em Maria concretiza-se a esperança do povo de Israel e desenha-se o caminho daqueles povos que procuram a verdade, a concórdia, o bem, a dignidade, a justiça e a paz.

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Homilia no 3.º Domingo do Advento

1. Abrimos ao culto e retomamos, hoje, as celebrações dominicais nesta bela e renovada Igreja dos Clérigos, na cidade do Porto, depois de concluídas as obras de restauro.

É, por isso, de alegria este recomeço da vida e do culto nesta Igreja. São, a partir de hoje muitos os caminhos que aqui convergem e devem ser igualmente grandes as possibilidades de missão pastoral que aqui nascem. Demos graças a Deus por isso!

Celebramos o terceiro domingo do Advento. Aproxima-se o Natal. Na liturgia da Igreja este é o domingo de acrescentada alegria, porque a vinda do Senhor está próxima.

“Alegrai-vos no Senhor” é o apelo da liturgia de hoje dirigido à Humanidade e sustentado em razões sólidas que reforçam a natural inclinação humana para a alegria. Nascemos para a alegria. Vivemos para partilhar a alegria. Queremos transformar as tristezas humanas, as nossas e as dos nossos irmãos, em alegrias que sejam sempre dom da graça e fruto abençoado dos milagres que a Deus se devem.

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Dedicação do altar e abertura da Igreja dos Clérigos, no Porto

1. Na memória do tempo


Quando há 900 anos, em outubro de 1114, D. Hugo chegou ao Porto para iniciar o seu ministério episcopal - recém-nomeado Bispo da Diocese restaurada – pediu a Deus que lhe desse coragem, bondade e alegria e exaltou a alma do Povo do Porto, a quem vinha servir. E foi a partir desse momento que se edificou a Sé, construiu a Cidade e organizou a Diocese.

Quando há 100 anos, em abril de 1914, D. António Barroso regressou ao Porto para continuar o seu ministério episcopal, depois do exílio que os primeiros tempos da República lhe impuseram, reafirmou que o Porto é chão abençoado de liberdade, de trabalho e de fé.

Hoje, em dezembro de 2014, estamos aqui para dedicar o novo altar e inaugurar as obras de restauro desta Igreja dos Clérigos, confiada a Maria, a Senhora da Assunção, padroeira da Diocese. Aqui se ergue a Torre, a mais alta e a mais bela, como Torre padroeira da Cidade da Virgem a apontar o Céu e a iluminar a Terra.

 

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Homilia na reabertura da igreja dos Clérigos e dedicação do altar

Reconstruímos templos para reconstruirmos vidas

 

Pede-me o Senhor D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto, para presidir à Santa Missa da dedicação do novo altar desta igreja, tão felizmente renovada. Só a insistência do meu querido irmão e amigo me levou a aceitar tal convite e a presidência, que lhe caberia inteiramente. É por isso que o faço agora, não deixando de vos felicitar e muito, pelo grande bispo que a Providência divina vos concedeu, na pessoa, na inteligência e sensibilidade pastoral do Senhor D. António Francisco, que Deus conserve em alegria pascal e paz profunda.

Não o digo simplesmente por dizer, em circunstância como esta. Digo-o com a convicção que ganhei em muitos anos de conhecimento pessoal e observação do seu ministério, nas sucessivas missões que lhe foram cometidas e sempre desempenhou com fé, disponibilidade e acerto. Parabéns ao Porto, pelo bispo que tem. Obrigado, Senhor D. António Francisco, pela sua grande entrega à diocese e à Igreja em Portugal.

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ENTRADA SOLENE - D. António

Programa
2014-12-19 16:06:56
Documentos de apoio - PDF
2014-11-19 11:21:26
Diocese do Porto - 14 de Novembro de 2014
2014-11-14 18:48:27
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