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Assembleia Vicarial em Matosinhos procura caminhos de renovação pastoral

Realizadas as visitas pastorais às paróquias da Vigararia de Matosinhos (com exceção de Leça da Palmeira, por imperativos de cuidados inadiáveis de saúde do seu pároco), o Conselho Vicarial de Pastoral entendeu, por bem, propor para reflexão, em assembleia vicarial, duas questões, que emergem de uma avaliação prospetiva, que também os párocos e diáconos da Vigararia fizeram, com o Sr. Dom Pio Alves. A assembleia vicarial realizou-se na tarde de domingo, dia 21 de maio, em Leça da Palmeira, com a presidência de Dom Pio e a participação dos párocos e dos membros dos diversos conselhos paroquiais de pastoral, a que se juntaram coralistas de Vigararia, para o canto do Te Deum a concluir o encontro.

 

Uma catequese com percursos diferenciados

Numa perspetiva, mais «ad intra», e tendo em conta que “vir à catequese não é natural” e que “a catequese vem sempre no fim da lista das «atividades»”, a que se soma “a deserção depois da Primeira Vomunhão”, os cerca de 200 leigos procuraram responder,  a esta primeira questão: “Como terá de ser a Catequese que fazemos ou propomos, para ser capaz de superar estas dificuldades. Que caminhos seguir”?

No plenário, a partilha das reflexões feitas por dez grupos, centrou-se, por vezes, mais no “diagnóstico” do que na “terapia”, mas ainda assim se percebeu a necessidade de esclarecer os pais, quantos aos objetivos e finalidade da catequese, pois nem sempre as suas expetativas correspondem à oferta que a Igreja lhes quer propor. Acento tónico na importância da formação humana e cristã dos catequistas e na necessária envolvência dos pais no processo de crescimento e transmissão da fé. A integração na comunidade requer uma catequese mais criativa, menos presa aos manuais, mais interativa com a vida da própria comunidade cristã e mais atenta às necessidades e possibilidades concretas das pessoas, com percursos diferenciados, horários adaptados, novas metodologias e recursos pedagógicos. Decisiva é, sobretudo, a envolvente relacional e o espírito eclesial de grupo, para que a catequese deixe de ser uma “sessão”, e se torne experiência facilitadora do “encontro com Cristo”. Virá nessa linha do «encontro», um documento emanado da Conferência Episcopal, para o qual Dom Pio pediu a melhor atenção, para que venha a ser bem estudado, na hora de se pensarem as propostas no âmbito da catequese.

O testemunho da caridade, para com os que mais precisam

Numa perspetiva, mais «ad extra», e acolhendo o desafio do Papa, em Fátima, para uma Igreja de rosto belo e jovem, que assim brilha quando é “missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica de amor”, foi partilhada entre os participantes uma segunda questão para reflexão: “quais os sinais (o testemunho) que as nossas comunidades paroquiais – e cada cristão – são chamados a dar no mundo, que sejam transparência da boa nova do evangelho”?

Os participantes insistiram na necessidade de uma coerência de vida cristã e na importância do testemunho, alegre e feliz, dos cristãos, nos diversos âmbitos da vida familiar, social e pública. Referiram-se à necessidade de uma cuidada atenção “aos que mais precisam”, nomeadamente aos casais em crise, aos casais em situações irregulares, às pessoas que estão de luto, às pessoas descartadas e expostas à solidão. Insistência na importância do acolhimento, em todas as estruturas paroquiais e em todos os servidores das comunidades, dando como sinal disso, o desafio a manter abertas as portas das nossas Igrejas, que fechadas, parecem dizer a quem passa, que a Igreja já não tem nada a oferecer. Dom Pio insistiu que a relação com Cristo, rezada e celebrada, tem reflexo na vida em família e na sociedade. E, apesar das imensas dificuldades, pediu que não nos tornássemos “um grupo de murmuradores ou de vencidos” mas “testemunhas felizes da Boa Nova”.

Te Deum laudamus

A assembleia vicarial, realizada no centro paroquial de Leça da Palmeira, concluiria, ao lado, na Igreja Paroquial, com um belíssimo momento de oração. Emanuel Pacheco dirigiu o conjunto dos coros da Vigararia, para o canto de um “Te Deum”, que exprimiu, de modo adequado, a gratidão pela experiência feliz das visitas pastorais e da «alegria do evangelho», que continua a fazer o seu caminho “com Maria, pelas fontes da alegria».

Dom Pio presidiu e, quer na celebração quer no plenário dos grupos, exprimiu a importância de apostarmos, a partir da nossa própria experiência do encontro com Cristo, numa Catequese animada por Catequistas bem formados e entusiasmados na missão, sem esquecer a importância decisiva do testemunho e da presença dos cristãos, no meio do mundo, onde são chamados a construir o Reino de Deus.

Pe. Amaro Gonçalo

 
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