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"Desamordaçar o futuro, a voz dos cristãos no mundo contemporâneo" - 26 de junho PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias - Notícias Secretariados

1º Encontro Diocesano

Uma perspectiva política e uma perspectiva cultural

26 junho 2017
Santa Maria da Feira
Seminário da Santa Cruz dos Missionários Passionistas

Oradores:

Diogo Lourenço - Universidade do Porto – Faculdade de Economia

Nuno Higino - Universidade Fernando Pessoa – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

Moderador:
Joaquim Azevedo - Universidade Católica Portuguesa

 

 

Além da asfixia que parece envolver o presente, em que não se vislumbram caminhos claros para refazer a democracia e preservar a liberdade, existe ainda uma opressão que parece vir do futuro em direção a nós: tudo é incerto e tudo é instável, o quotidiano que se avizinha será cada vez mais turbulento, nada do que existiu até agora parece estar garantido no próximo futuro, a perspectiva de uma sociedade mais justa e solidária parece estar abandonada ou limitada a umas promessas mais ou menos vagas e adiadas e sediadas em pequenos grupos, quase sempre fora do campo mediático e do palco social e cultural. Renunciamos a pensar um futuro melhor, a construir o bem comum nas sociedades, paciente e decididamente, focando os nossos olhos e sonhos em cada dia que passa, olhando para os pés, sem esperança.

Parece que o medo do futuro nos paralisa, um futuro que engloba o futuro do próprio ser humano, diante da proliferação da tecnologia, mormente a aplicada ao corpo humano. Já muitos pensadores falam do tempo pós-humano.

E deixamos, cada vez mais, que a política seja capturada pela economia e pelos administradores do medo, a nova face da generalidade dos dirigentes políticos.

E os cristãos portugueses nada têm a dizer? O medo paralisa-os e deixa-os a olhar para trás ou para os pés? Ficam sentados em casa, no sofá, como quase todos, a embrutecer com um entretenimento mediático sem qualidade, sem despender qualquer esforço para o dotar de espessura cultural? E os pobres e excluídos, que continuam a crescer, não nos convocam? Não os escutamos? E a cruz de Cristo, também deixou de ter sentido, neste presente desorientado e neste futuro a quem parece terem extraído o útero da esperança? Deixamos de ser homens e mulheres livres?

É preciso desamordaçar o futuro!

Para podermos pensar com alguma lentidão sobre estas questões e outras que queiramos vir a formular em conjunto, o Secretariado Diocesano da Pastoral da Cultura do Porto vai promover, em 2017 e 2018, uma série de encontros subordinados à temática: “desamordaçar o futuro”.

Os encontros decorrem em algumas vigararias da Diocese. Em cada um destes encontros abordaremos sempre duas perspectivas: uma mais política, que diz respeito à partici- pação dos cristãos na vida pública e na promoção do bem comum, e outra mais cultural, promoverá uma reflexão sobre o efémero e a nostalgia do absoluto na arte e na literatura e sobre a ideia de fazer das nossas igrejas (e das nossas vidas) caixas-de-ressonâncias para a beleza.

Serão convidados dois palestrantes e um moderador para cada sessão.

 
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