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Restos mortais de D. Júlio Tavares Rebimbas na catedral de Viana do Castelo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A Diocese de Viana do Castelo promoveu a transladação dos restos mortais de D. Júlio Tavares Rebimbas para a sua Sé Catedral. Foi na Solenidade da Epifania, no ano de 1978 (no dia 8 de janeiro), que D. Júlio entrou solenemente na Diocese como primeiro Bispo.

Depois foi Arcebispo Bispo do Porto, tendo tomado posse em 2 de maio de 1982 e permanecendo até à data da sua resignação em 13 de junho de 1997. Foi portanto Bispo de Viana ao longo de cinco anos e Bispo do Porto ao longo de 15 anos. Permaneceu na Casa Diocesana do Porto até á sua morte, ocorrida em 6 de dezembro de 2010.

 

A celebração solene de acolhimento dos seus restos mortais teve lugar no domingo, dia 7 de janeiro, na Solenidade da Epifania do Senhor, presidida pelo Bispo atual, D. Anacleto Oliveira, contando com a presença de diversos Bispos e de várias autoridades civis. Entre os Prelados presentes estiveram o Arcebispo de Braga e metropolita de Viana, D. Jorge Ortiga, o Bispo Administrador da Diocese do Porto, D. António Taipa, os Bispos Auxiliares D Pio Alves e D. António Augusto Azevedo, e os residentes na diocese D. Januário Torgal Ferreira e D. Gilberto Canavarro dos Reis, e o Bispo resignatário de Viana, D. José Pedreira.

Na celebração, D. Anacleto recordou a figura de D. Júlio e o ânimo pastoral traduzido na frase que lhe era atribuída: “Isto vai…”, que afirmou estar presente “na dinâmica da resolução dos problemas para a implantação e atividade pastoral da Diocese; a expressão de uma fé profunda no Deus da vida; de uma esperança inabalável que essa fé provoca em nós nos momentos mais difíceis; de uma caridade que nos leva a aproveitar tais situações para nos darmos ainda com mais intensidade e contribuirmos para criar mais vida, pela vida que damos”.

Ficou a repousar na catedral num sarcófago em mármore branco, projeto do Arq. Amândio Cupido que, em nome da Direção Regional da Cultura do Norte, tem dirigido as obras que estão a ser realizadas na Sé Catedral, na qual se enquadra este sarcófago, que exibe o nome, datas e as armas episcopais de Arcebispo, a cores, esculpidas no mármore. Está assente numa base de ferro lacado a preto e ficará exposto ao público.

A Diocese de Viana teve até ao momento quatro Bispos, recordados em retratos apresentados nas colunas da catedral, que enquadravam o esquife durante a celebração: D. Júlio Tavares Rebimbas, D. Armindo Lopes Coelho, D. José Augusto Pedreira e D. Anacleto Oliveira, que presidia à celebração.

Três destes Bispos têm relação privilegiada com o Porto: D. Júlio Tavares Rebimbas e D. Armindo Lopes Coelho foram aqui Bispos, vindos de Viana para o Porto; D. José Augusto Pedreira, foi Bispo de Viana, ido do Porto, onde foi Bispo Auxiliar.

 
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