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Família e trabalho em debate na 28ª Jornada da Pastoral Familiar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias - Notícias Secretariados

“Pela Família, mudar o paradigma do trabalho” – será o tema proposto pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar do Porto neste dia de reflexão. Para descobrir como ser Família no mundo do trabalho. Sábado, dia 3 de fevereiro, na Casa de Vilar

No próximo sábado dia 3 de fevereiro, das 9.30h até às 18h decorrerá na Casa de Vilar a 28ª Jornada Diocesana da Pastoral Familiar subordinada ao tema “Pela Família, mudar o paradigma do trabalho”.

 

Numa organização do SDPF - Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, esta jornada apresenta da parte da manhã o seguinte painel de oradores e temas: Alberto de Castro, professor de Gestão da Universidade Católica que apresentará o tema “Uma economia voltada para o Homem”; Joaquim Tavares da Liga Operária Católica que falará sobre “O olhar dum cristão sobre o trabalho”; Rui Calejo, engenheiro e membro da Acege, a Associação Cristã de Empresários e Gestores que apresentará o tema “Harmonização entre vida familiar e profissional”.

Da parte da tarde será a vez da comunicação de Jorge Cunha, sacerdote e professor de teologia da Universidade Católica e especial colaborador da VP que apresentará o tema “O sentido do trabalho à luz da doutrina social da Igreja”. No final das apresentações haverá tempo para diálogo e debate com os participantes. Previsto também tempo para a reflexão em pequenos grupos de discussão.

Com estes relevantes contributos de reconhecida qualidade e importância social, os participantes na jornada poderão refletir “sobre os desafios que o mundo de hoje coloca a quantos trabalham, procurando descobrir como ser Família evangelizadora neste campo” – pode-se ler nos objetivos desta jornada. Este evento diocesano pretende também “motivar os agentes pastorais a uma presença mais ativa nas questões ligadas ao trabalho e a uma solicitude especial com aqueles para quem o trabalho falta, é precário ou fonte de dificuldades na vida familiar”.

Esta jornada será mais um momento de formação proposto por este Secretariado Diocesano que demonstra bem o compromisso de apostar na formação dos agentes de pastoral, tal como declarou em entrevista à VP em novembro passado, Ângelo Soares, diretor do SDPF. Respondendo a questões sobre o 4º Encontro Nacional de Leigos, Ângelo Soares sublinhou a “formação” como uma “exigência” para que os agentes de pastoral assumam a sua missão de “fazer Deus e a sua Igreja presentes” na sociedade. Recordamos aqui alguns excertos da entrevista que Ângelo Soares concedeu à VP:

“Isto começa por uma exigência de formação que nós leigos não temos tido para connosco mesmos. Como tive oportunidade de dizer há dias noutro contexto, não podemos ficar por uma 4ª classe mal tirada no que se refere às questões da fé e da vida cristã.”

“É o tempo de passar à prática, muito mais do que até agora, assumindo plenamente o que é a especificidade da nossa missão de leigos: fazer Deus e a Sua Igreja presentes nas realidades da vida do mundo e dos homens que o habitam, de todos os homens. Temos de trabalhar, cada vez mais, para assumir este papel que é o nosso e onde somos insubstituíveis. Não podemos mais subalternizar-nos, pensar que somos leigos porque não damos para mais. Temos de sair daquela postura de que até “ajudamos o senhor padre”. Não o ajudamos: fazemos o nosso papel e ele faz o dele.”

“Penso que precisamos muito de mudar o foco da nossa ação pastoral. Ainda vivemos muito para os “da casa”, os que andam pelas igrejas, os que vão à missa e às devoções. Sendo importante que façamos comunidade uns com os outros e nos entreajudemos a manter-nos perseverantes, não é menos importante que saiamos ao encontro dos que não vemos por lá. É verdade que muitas comunidades já têm um papel muito ativo no serviço aos irmãos, sobretudo no âmbito da ação socio-caritativa, mas é possível e necessário que sejamos mais presentes na cultura, na política, nas empresas, nas escolas. “

“A voz da Igreja tem de chegar a todos, sem medos, quer pelas vias institucionais quer pela força dos nossos testemunhos no quotidiano. É nas 24 horas de cada dia que temos de nos afirmar cristãos.”

“Não estou aqui a advogar o proselitismo, só estou a dizer que sejamos coerentes, que atuemos de acordo com as nossas convicções e que façamos a diferença pela qualidade da nossa cidadania. Isso também é cuidar da casa comum, como nos pede o Papa.”

Toda a comunidade diocesana está convidada para esta Jornada de reflexão proposta pela Pastoral Familiar. Em particular, o convite é feito a todos os agentes da pastoral que incluem nas suas preocupações a Família, nas suas múltiplas facetas.

Por Rui Saraiva

 
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