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Vigília de Oração do XXVI Dia Mundial do Doente PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cuidadores dos doentes são presença de Jesus consolador

D. António Taipa presidiu à Vigília de Oração organizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde, na Igreja de Santo António das Antas. O Administrador Diocesano do Porto, na sua mensagem, afirmou que na limitação, na fragilidade, no sofrimento e na dor humana, Jesus “associa-nos à sua obra redentora”

Leituras, cânticos, silêncios e testemunhos foram os momentos que percorreram a Vigília de Oração do XXVI Dia Mundial do Doente que teve como tema: “A vocação materna da Igreja: como Maria, cuidar os feridos pela vida”.

 

Acolhidos na amizade do padre José Batista e dos seus paroquianos de Santo António das Antas, ali se reuniram os agentes da pastoral da saúde e tantos outros fiéis que uniram as suas preces numa Vigília de oração organizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde (SDPS) e que teve lugar na noite de 10 de fevereiro.

No início da Vigília, presidida por D. António Taipa, Administrador Diocesano do Porto, a Diretora do SDPS, Dra. Maria do Rosário Meneses de Oliveira Alves, proferiu uma pequena saudação afirmando a importância do “serviço da Igreja aos doentes” e sublinhando que “a caridade dos cristãos deve estender-se a todos quantos passam necessidade”.

Pai, Filho, Espírito Santo e Maria foram os motivos de reflexão dos quatro momentos da Vigília. Destaque para os testemunhos relatados numa Vigília que recordou algumas das principais partes da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente deste ano de 2018.

Na mensagem que proferiu nesta Vigília, D. António Taipa, partiu do texto do Santo Padre para este dia e propôs um caminho que nos faça ir “por Maria a Jesus” assumindo a recomendação de Maria em Caná da Galileia: “fazei tudo o que Ele vos disser”.

O Administrador Diocesano do Porto começou por recordar as palavras de D. António Francisco, saudoso bispo do Porto, na peregrinação diocesana a Fátima em setembro de 2017, nas quais exorta a “Igreja do Porto” a viver “guiada pelas mãos de Maria, a ir ao encontro de Cristo” para ser anunciadora da “alegria do Evangelho”.

Na limitação, na fragilidade, no sofrimento e na dor humana, Jesus “associa-nos à sua obra redentora” – afirmou D. António Taipa salientando que “Jesus constitui-nos em especiais mediadores da sua presença no mundo”.

“Um Jesus que se compadece com a dor do homem, que encarna junto do homem o amor materno de Deus” – assinalou D. António, sublinhando a importância dos cuidadores dos doentes dizendo que “aqueles que nos servem e cuidam de nós são para nós a presença de Jesus consolador, a presença do seu amor materno”.

Na sua mensagem D. António Taipa salientou que todos aqueles que vivem ou acompanham o sofrimento, especialmente na doença, têm “um particular lugar no coração de Jesus” e também “uma especial missão junto dos homens”.

Destaque especial nesta Vigília para a entrega que foi feita de mensagens escritas por doentes que não puderam estar presentes neste momento de oração. Mensagens que, segundo o guião da Vigília, assumiam “as lágrimas, as dores, os sorrisos, as esperanças, a vida por inteiro” de todos os que sofrem.

A Vigília de Oração do XXVI Dia Mundial do Doente, presidida pelo Administrador Diocesano do Porto, concluiu-se com a Exposição do Santíssimo Sacramento, num intenso momento de adoração e bênção eucarística.

Por Rui Saraiva

 
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