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Sé do Porto PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

sé

Catedral

Morada:
Terreiro da Sé - 4050-573 PORTO
Tel.: 222 059 028
Fax. 222 038 268

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Presidente do Cabido - Cón. Jorge Teixeira da Cunha

Capelão - Cón. Amadeu Ferreira da Silva

 


Horários

Igreja

  • Horário de Verão:           Das 09:00h-12:30h e das 14:30h -19:00h
  • Horário de Inverno:       Das 09:00h-12:30h e das 14:30h -18:00h
  • Dia de encerramento:   Natal e Páscoa (tarde)

Museu e Claustros

  • Horário de Verão:           Das 09:00h-12:15h e das 14:30h -18:30h
  • Horário de Inverno:       Das 09:00h-12:15h e das 14:30h -17:30h
  • Dia de encerramento:   Natal e Páscoa (tarde); Domingo e feriados religiosos (manhã)

Missa e Confissões

  • Missa:              11:00h (diária)
  • Confissões:       Das 10:00h-11:00h (E sempre que o Capelão esteja disponível)

 

A Sé do Porto está inserida no projecto Rota das Catedrais, tendo assinado um protocolo de parceria com Ministério da Cultura.

Para mais informações:

http://www.rotadascatedrais.com/en/porto

 

 

 



Breve Historial

A Sé do Porto é um edifício de estrutura romano-gótica, dos séc. XII e XIII, tendo sofrido grandes remodelações no período barroco (séc. XVII-XVIII). No interior conserva ainda o aspecto de uma igreja-fortaleza, com ameias. É de destacar a bela rosácea (séc. XII) e a loggia ou galilé lateral (1736), obra de Nicolau Nasoni, voltada para a cidade. Junto ás portas encontram-se monumentais pias de água benta, dos finais do séc. XVII. Junto à pia baptismal seiscentista, há um baixo relevo de Teixeira Lopes (Pai).

A torre-lanterna, no cruzeiro, foi construída na segunda metade do séc. XVI, no tempo de D. Rodrigo Pinheiro.

O acentuado verticalismo da nave central, marcada por grossos pilares fasciculados, com abóbadas e arcos já levemente apontados, traduz-se numa sóbria imponência. Todo o monumento passou por obras de restauro de grande vulto durante os anos trinta.

A actual capela-mor, que substitui a antiga ábside medieval, é do período maneirista (1610); apresenta um cenográfico retábulo de talha dourada, do segundo quartel do séc. XVIII, considerado um trecho capital do barroco joanino. A decoração pictórica das paredes é de Nasoni. Por cima dos cadeirais do cabido, ficam dois órgãos de tubos; séc. XVII (esquerdo) e séc. XIX (direito).

No transepto, lado esquerdo, está entronizada, desde 1984, a imagem de Nossa Senhora da Vandoma (séc. XIV), padroeira da cidade do Porto, "civitas Virginis".

Na capela do SS. Sacramento, destaca-se o célebre "altar de prata" de enormes dimensões e executado em sucessivas fases (desde 1632 até ao séc. XIX). É considerado uma obra fundamental da ourivesaria portuguesa, com vasta iconografia bíblica, centrada na Eucaristia. O moderno lampadário tem o desenho de Teixeira Lopes.

No transepto, lado direito, está entronizada a imagem de Nossa Senhora da Silva (séc. XV-XVI). A outra capela barroca é dedicada a S. Pedro.

No coro alto foi instalado, em 1985, um grande órgão de tubos, pela firma Georg Jann.

O importante claustro gótico foi começado nos fins do séc. XIV. Apresenta sete grandes painéis de azulejos (segundo quartel do séc. XVIII), com cenas do "Cântico dos Cânticos", em referência ao diálogo místico entre Deus e a Virgem, padroeira da Catedral.

Evangelista, do séc. XIV, com a notável arca tumular de João Gordo, Cavaleiro de Malta, com estátua jacente e Ceia de Cristo.

Nos espaços adjacentes conservam-se capitéis das primeiras construções da Sé.

O vizinho "claustro velho" integrava outrora o chamado "cemitério do Bispo". Situam-se aqui alguns elementos arqueológicos com interesse.

A capela de S. Vicente (fins do séc. XVI), de sóbria arquitectura clássica, apresenta um notável cadeiral, do séc. XVII, com cenas bíblicas, do Antigo e Novo Testamento. Vários Bispos do Porto estão aqui tumulados.

Uma escadaria nobre, de Nicolau Nasoni, concluída em 1736, dá acesso ao pátio superior do claustro gótico. Nos patamares destaque para a grande estante de bronze (1616), com as armas de D. Gonçalo de Morais, e para o antigo sino do relógio da cidade (1697, obra de D. José Saldanha). No pátio, observa-se a vista panorâmica e painéis de azulejos com cenas campestres e mitológicas.

A Casa do Cabido, anexa ao claustro e à Sé, é edifício arcaizante do primeiro quartel do séc. XVIII. Na andar superior estão expostas notáveis esculturas religiosas (dos séc. XIV a XVIII). Na antiga sala do cartório vêem-se painéis de azulejos, de Vital Rifarto. Na grande sala capitular destaca-se o tecto de masseira com pinturas de Giovani Battista Pachini (1737), representando catorze alegorias morais, dispostas à volta de S. Miguel, patrono do Cabido. Os lambrins de azulejo foram fabricados em Lisboa, contendo cenas de caça. No andar intermédio, constituído por quatro saletas abobadadas, está exposto o "tesouro" da Catedral. Em nove grandes vitrinas pode ver-se objectos de ourivesaria, paramentaria e livros litúrgicos, relativos ao culto catedralício.

 
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Diocese acolheu cinco novos sacerdotes e quatro diáconos

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