O acólito, construtor da paz Versão para impressão
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Em Fátima, na XXII Peregrinação Nacional de Acólitos, estiveram mais de 5000 acólitos. D. António Marto na Missa a que presidiu afirmou: “temos a responsabilidade de levar a paz ao mundo”

O Santuário de Fátima acolheu mais uma Peregrinação Nacional de Acólitos no passado dia 1 de maio. A Basílica da Santíssima Trindade encheu-se de acólitos, jovens e menos jovens, que na Igreja se dedicam ao serviço do altar.

Na homilia da Missa a que presidiu, D. António Marto disse aos acólitos: “Vós estais ao serviço dos dons que Jesus quer pôr ao serviço do seu povo”. O bispo de Leiria-Fátima assinalou ainda que a “paz de Jesus não se reduz a cimeiras e encontros, é muito mais que isso”. A concelebrar a esta celebração esteve D. José Cordeiro, bispo da diocese de Bragança-Miranda e presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade.

 

Segundo o site do Santuário de Fátima, D. António Marto “ao ver um número tão elevado de acólitos expressou a alegria por poder ‘contemplar um espectáculo de beleza, que deixa ver a beleza deste serviço’.”

A peregrinação, que teve como tema central a paz, levou cada acólito a recordar que na Eucaristia “há uma oração e um gesto da paz que lembra Jesus, e reitera o convite à Paz” – disse D. António Marto. “Temos a responsabilidade de levar a paz ao mundo” – declarou o bispo de Leiria-Fátima, afirmando que “as cimeiras e encontros são importantes para garantir a paz, mas a paz de Jesus não se reduz a isso, é muito mais que isso”.

D. António Marto lembrou, ainda, que “o amor é mais forte que o ódio”, e explicou que depois da presença de Jesus Ressuscitado os Apóstolos perderam o medo, “Jesus trouxe confiança e esperança para a vida”.

Pode-se ler ainda no site do Santuário de Fátima que D. António Marto afirmou que “Jesus fala aos discípulos e a nós sobre o Dom do perdão que é mais poderoso que a ofensa. Entre nós, quando há ofensas e guerras é essencial a reconciliação, é essencial saber perdoar” – disse o bispo de Leiria-Fátima. No final da Missa os milhares de acólitos presentes participaram na Procissão Eucarística e Bênção no recinto do Santuário de Fátima.

Dos momentos vividos nesta Peregrinação Nacional de Acólitos a Fátima, escreveu um texto para a VP, José Campos, Diretor do Serviço de Acólitos da Diocese do Porto. Publicamos aqui o texto e agradecemos ao autor.

Por Rui Saraiva - VP

 

O olhar de um acólito do Porto sobre a Peregrinação Nacional a Fátima

Foi no passado dia 1 de Maio que os Acólitos de Portugal rumaram uma vez mais ao Santuário de Fátima para a sua XXII Peregrinação Nacional. Este ano com o lema “O Acólito, construtor da Paz”. Este é um encontro que já entrou na agenda dos Acólitos. Anualmente podemos reencontrar uma multidão, este ano cerca de 5.000, de acólitos que todos os domingos, servem as suas comunidades neste ministério.

A manhã foi ocupada com um momento mais festivo. E que festa. Com o Centro Paulo VI a rebentar pelas costuras. Como é agradável ver crianças, jovens e adultos, todos juntos, unidos pelo mesmo serviço, cantando e fazendo festa. E na chamada dos acólitos presentes por dioceses volta a cumprir-se a tradição: a diocese do Porto tem a maior representação.

De tarde a Eucaristia seguida de procissão com o Santíssimo Sacramento. Este é o momento alto da Peregrinação. Os acólitos unem-se física e espiritualmente para celebrar o grande mistério da presença de Jesus no meio de nós. É indescritível o que nos passa no pensamento ao ver entrar todos aqueles acólitos, com a sua veste litúrgica, e ocupar cerca de metade da enorme Basílica da Santíssima Trindade. E o resto dos fiéis, encheram-na completamente. Durante a celebração uma participação exemplar de todos. D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, que presidiu à Eucaristia, disse que todos aqueles acólitos juntos era “um espetáculo de beleza, que deixa ver a beleza deste serviço”.

Na sua homilia disse que “a paz de Jesus não se reduz a cimeiras e encontros, é muito mais que isso” e disse aos acólitos que “temos responsabilidade de levar a paz ao mundo” apontando os pastorinhos, especialmente S. Francisco Marto, como colaboradores da paz.

E ao terminar a Peregrinação os acólitos, voltados para a imagem da Capelinha das Aparições, fizeram a sua consagração a Nossa Senhora, pedindo a sua proteção de Mãe para as suas vidas e particularmente o seu ministério.

São muitos e bons os acólitos que, todos os domingos, nas nossas paróquias, por toda a diocese, com o seu ministério ajudam a comunidade a celebrar e a viver mais plenamente a Eucaristia. O SDA foi criado para desenvolver e ajudar o trabalho que é feito regularmente quer a nível paroquial, quer a nível vicarial.

E no dia 26 de Maio vamos realizar a 3ª Assembleia Plenária que reúne os responsáveis vicariais para programarmos as próximas atividades. E fiquem atentos porque vai haver novidades…

 

José Campos

Diretor do Serviço Diocesano de Acólitos

 

 

Endereço Original: http://www.diocese-porto.pt/?option=com_content&id=3687

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