POLITICA DE COOKIES
Utilizamos cookies para assegurar que lhe fornecemos a melhor experiência na nossa página web. Ao continuar a navegar consideramos que aceita o seu uso.
COMPREENDO E ACEITO

Conselho Diocesano de Pastoral refletiu sobre as JMJ 2022


Para reflectir sobre a pastoral juvenil na diocese do Porto, com especial incidência nas Jornadas Mundiais da Juventude de 2022, em Lisboa, sob a presidência do Bispo do Porto, D. Manuel Linda, com a presença dos seus bispos auxiliares, reuniu o Conselho Diocesano de Pastoral, no dia 26 de Outubro de 2019, na Casa Diocesana de Vilar.

Após saudar D. Vitorino Soares, que participou pela primeira vez como bispo auxiliar do Porto, D. Manuel Linda começou por realçar que embora Jornadas Mundiais da Juventude tenham sido atribuídas à diocese do Lisboa, todas as dioceses de Portugal são chamadas a colaborar. Caberá à diocese do Porto, devido à sua dimensão, ao fato de ter aeroporto e ao grande afluxo de turistas uma especial responsabilidade no acolhimento dos jovens nas pré-jornadas. É por isso necessário uma grande mobilização e sensibilização de todos os jovens da diocese e das famílias. Pediu aos conselheiros que na reflexão de grupos apresentassem propostas para gerar uma vaga de fundo nos jovens que proporcione uma grande mobilização e participação.

Como director adjunto do Secretariado Diocesano da Juventude, o padre André Machado apresentou o que para já é conhecido sobre o programa e preparação das Jornadas Mundiais da Juventude. Todos os agentes de pastoral devem estar envolvidos. Como se espera muitos jovens no Porto, as paróquias têm que ser informadas, motivadas e preparadas. Seria bom criar uma comissão de preparação a nível paroquial, vicarial e diocesano. Serão fornecidas catequeses para os grupos de jovens. Haverá um logotipo, que irá a concurso internacional, e um hino, com concurso nacional. As comunidades cristãs da diocese situadas nas periferias também devem ser envolvidas e motivadas. Os movimentos juvenis, as escolas e colégios devem ser envolvidos na dinâmica das Jornadas.

Após o intervalo foram apresentadas as conclusões dos quatro grupos de reflexão. As jornadas devem ser um grande momento de evangelização, de mobilização das comunidades, de visibilidade eclesial e de descoberta catolicidade da Igreja. É necessário um itinerário formativo com catequeses profundas e outros materiais de formação. Deve ser formada uma rede de divulgação e sensibilização. Pode a preparação das jornadas ser uma oportunidade para a criação dos Conselhos vicariais de Pastoral juvenil e inserção dos jovens nos Conselhos Paroquiais de Pastoral.

Seria conveniente promover em 2020 e 2021 umas Jornadas Diocesanas da Juventude, com acolhimento de jovens da diocese nas paroquiais, como preparação e sensibilização para as Jornadas Mundiais de 2022. As autarquias, a pastoral universitária, as escolas púbicas e privadas e colégios devem ser envolvidas.

O acolhimento não se deve reduzir ao grande Porto. A data das jornadas não deveria coincidir com a época de exames. Como motivação seria bom apresentar testemunhos de pessoas que já participaram nas jornadas anteriores. As jornadas deverão ter uma dimensão ecuménica e de diálogo com os não crentes. Seria bom que houvesse um percurso de crescimento espiritual.

Os meios de comunicação da diocese, site diocesano e Voz Portucalense, devem ser utilizados na a divulgação e sensibilização. Durante as pré-jornadas deve ser apresentada a história da cultura cristã na nossa diocese. Deveriam ser estabelecidas pontes com os países de língua portugueses, mormente os de Africa. Quanto mais rápido possível deveria ser estabelecido um calendário da presença da cruz das jornadas na nossa diocese.

Foi também apresentada a caminhada advento / Natal, intitulada «Todos aqui nascemos».

D. Manuel Linda, na palavra final, salientou o caminho sinodal que tem sido feito na pastoral diocesana. Esclarecendo a dinâmica do Conselho Pastoral, vincou que este encontro foi de reflexão sobre a temática da juventude, o segundo será sobre a programação do próximo ano pastoral e o terceiro para avaliar o corrente. Terminou salientando que o Conselho de Pastoral deve ser um fórum de liberdade e criatividade.

(inf: padre Emanuel Brandão)