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D. António Francisco dos Santos, "um exemplo de candura", foi recordado dois anos após a morte


"Um cartão de apresentação da diocese do Porto" e alguém que “tornou moles corações empedernidos e aproximou da Igreja muitas instituições". Para o bispo do Porto, o seu antecessor D. António Francisco dos Santos é "um exemplo de candura".

Na apresentação do livro "Caminhando com D. António Francisco dos Santos - A propósito de um monumento em Tendais”, esta quarta-feira à noite, D. Manuel Linda recordou o sorriso, a simpatia e capacidade de diálogo do prelado, quando se assinalavam precisamente dois anos sobre a sua morte.

D. Manuel disse que, "sem se dar conta", D. António Francisco dos Santos "abriu e tornou moles corações empedernidos", fazendo com que muitas instituições “começassem a ver a Igreja doutra maneira". "Na sua forma simpática, cordial, dialogante, sorridente, com aquela ternura que não é um artifício mas é algo que brota de uma coração trabalhado, ele foi capaz de colocar-se como ponto de atração, a que as pessoas não resistiam".

O Palácio da Bolsa, no Porto, foi o palco para a apresentação do livro, que contém o testemunho de diversas personalidades e que é da autoria de Bernardo Corrêa D'Almeida, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto, que lembrou e agradeceu a atitude dócil do antigo bispo do Porto e de todos os que deixaram o seu testemunho.

Para o anfitrião da noite, o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, D. António Francisco dos Santos foi alguém “que se aproximou de forma muito rápida do coração" e que percebeu " a importância do tecido empresarial na construção do que é a nossa rede social", marcando “de forma indelével a vida da associação e da cidade".

O lucro do livro reverte para a paróquia de Tendais, concelho de Cinfães, a terra natal de D. António Francisco dos Santos.