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A Diocese do Porto e a luta contra o COVID-19


 

Desde o seu início, a Diocese do Porto levou muito a sério esta pandemia. Por isso, estabeleceu normas restritas e cancelou celebrações muito antes de as autoridades sanitárias terem dado orientações nesse sentido. Agora, está focada no socorro aos infetados, na prevenção e na ajuda aos profissionais que se encontram no terreno.

Assim, há quase duas semanas, contactou a Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos para lhe disponibilizar o Pavilhão nº 4 (Casa da Juventude) do Seminário do Bom Pastor, em Ermesinde. Não foi preciso. Neste momento, a pedido do Presidente da Câmara de Valongo, essas instalações estão adstritas a pessoas desse Concelho que, eventualmente, venham a precisar de isolamento. São setenta e cinco camas, bem como diversos espaços de apoio.

Igualmente, foi oferecida a “Casa de São Paulo”, em Cortegaça, à Administração Regional de Saúde. Como ainda não foi precisa e atendendo à situação de isolamento que se vive no Concelho de Ovar, foi a mesma oferecida, também, ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar, que muito agradeceu. Se as circunstâncias o exigirem, também será usada ou para isolar pessoas ou como estrutura para-hospitalar. Dispõe de cinquenta e três camas e de variadíssimas estruturas de apoio.

A pedido da Segurança Social, neste momento, está a ser feito o levantamento de estruturas paroquiais (centros pastorais, residências não habitadas, salões, etc.) que possam, eventualmente, vir a ser usadas por utentes não contaminados que tenham de ser retirados de lares da terceira idade. Procura-se que, quanto possível, essas pessoas permaneçam no seu ambiente local.

Em conjunto com a Irmandade dos Clérigos, tentou-se oferecer seis ventiladores a outros tantos hospitais de referência na área da Diocese: P. Américo (Penafiel), São João (Porto), Santo António (Porto), Pedro Hispano (Matosinhos), Santos Silva (Gaia) e São Sebastião (Santa Maria da Feira). Porém, não se conseguem adquirir por indisponibilidade do mercado. Por este motivo, está-se a contactar com as administrações de cada um destes hospitais para se ver que é que faz mais falta e possa ser adquirido por nós. Para esta campanha, que se espera poder ser anunciada brevemente, conta-se com o contributo de toda a Diocese.

Evidentemente, o específico de uma instituição como a Diocese são as relações humanas e a oração. E os agentes pastorais estão a cumpri-los exemplarmente, quer a nível dos contactos personalizados (telefone) e do usa das plataformas da comunicação, quer animando e convocando para a oração pelas redes sociais.

Ganharemos a batalha do Coronavírus. Mas, neste momento, reclamam-se três atitudes: união, solidariedade e oração.

ML