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Covid-19: no Domingo de Páscoa, bispo do Porto abençoará diocese e Portugal


Na impossibilidade da realização dos tradicionais festejos de Páscoa devido à pandemia de coronavírus, o bispo do Porto, a pedido de muitos fiéis e com plena confiança na misericórdia divina, recupera este ano a secular “Procissão da Ressurreição“, promovendo a bênção com o Santíssimo Sacramento à Diocese do Porto e a Portugal.

Para o efeito, foram contactadas as autoridades locais tendo sido garantido que a polícia evitará todo e qualquer agregado de pessoas, com exceção da comunicação social que gozará das liberdades que a lei lhe concede para o exercício da sua profissão.

Será este o percurso e desenvolvimento da “Procissão da Ressurreição” no Domingo de Páscoa, 12 de abril:

– após a Missa de Páscoa, celebrada à porta fechada no Seminário, o Bispo diocesano, acompanhado pelos três Bispos auxiliares e um seminarista portador de uma lanterna, saem da igreja, às 11h50, sobem as Escadas do Colégio, passam frente à Sé e, por volta das 12h00, ao meio do tabuleiro superior da ponte de D. Luís, dá a bênção com o Santíssimo Sacramento.

– A fórmula de bênção consiste em fazer uma cruz com o Santíssimo Sacramento (Jesus presente na hóstia consagrada), pela seguinte ordem geográfica: a norte e a sul, a nascente e a poente.

– Não haverá qualquer palavra, pois os Bispos farão oração em silêncio.

Com as orações e com a bênção serão estas as intenções:

* que o Senhor Jesus ressuscitado, “Palavra criadora”, coloque no coração dos desanimados razões de esperança e de ânimo;

* que o Senhor Jesus ressuscitado, “Médico dos corpos e das almas”, traga saúde aos atingidos pelo Covid-19 e tranquilize as suas famílias;

* que o Senhor Jesus ressuscitado, que “passou fazendo o bem”, conceda muita força anímica aos trabalhadores da saúde e a quantos tratam dos outros, mormente as Direções e funcionários dos Lares de Terceira Idade, e os preserve de contágios;

* que o Senhor Jesus ressuscitado, “senhor e juiz da história”, nos dê a graça de, brevemente, podermos regressar à vida normal para edificarmos uma sociedade fraterna, pacífica, livre e próspera;

* que o Senhor Jesus ressuscitado, que “desceu à mansão dos mortos e, agora, está vivo e glorioso”, associe a si os irmãos que faleceram, especialmente as vítimas do Covid-19.

De seguida a procissão recolhe imediatamente à Catedral, onde termina.

RS