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Irmandade dos Clérigos suspende visitas à torre, museu e igreja


 

A Irmandade dos Clérigos, na Diocese do Porto, informa que “suspende as visitas à torre, museu e igreja”, e as respetivas celebrações, a partir deste sábado, 14 de março e o dia 3 de abril.

“É a decisão mais responsável a tomar no atual contexto, tendo em conta a situação de prevenção e contenção da propagação do novo coronavírus Covid-19 e que tem como principal objetivo a proteção de trabalhadores e visitantes, numa operação que recebe diariamente cerca de 3 mil pessoas, 85% oriundas de vários países”, informa a Irmandade dos Clérigos.

Num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, a irmandade do ex-libris da Diocese do Porto informa que acompanha a decisão da Câmara Municipal do Porto, que “levou ao cancelamento de todos os eventos” promovidos pelo município, o encerramento temporário de todos os museus e bibliotecas municipais, bem como as recomendações da Direção Geral de Saúde – DGS e da Organização Mundial de Saúde, e as medidas extraordinárias aprovadas pelo Governo Português, esta quinta-feira, face à “emergência de saúde pública”.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) determinou também, esta manhã, a suspensão da celebração comunitária das Missas, até “ser superada atual situação de emergência” originada pelo coronavírus Covid-19.

No comunicado, a Irmandade dos Clérigos, na Diocese do Porto, refere ainda que irá atualizando a informação em “estreia consonância” com as autoridades civis, de saúde, e demais entidades e associações do turismo.

Irmandade dos Clérigos nasceu em 1707, resultando da união de três Irmandades da cidade do Porto, para exercer obras de piedade ou de caridade; Em 1753 o arquiteto italiano Nicolau Nasoni foi convidado para desenhar e construir a nova sede, um trabalho que inicia em 1732, com a Torre dos Clérigos a abrir as suas portas em 1763, tornando-se a mais alta torre sineira em Portugal, com mais de 75 metros.

O surto de Covid-19, foi detetado em dezembro de 2019, na China, e já provocou mais de 4900 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar a doença como pandemia.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou hoje o número de casos confirmados, que passou de 78 para 112, dos quais 107 estão internados.

O Governo decidiu também declarar o estado de alerta em todo o país, colocando os meios de proteção civil e as forças e serviços de segurança em prontidão.

CB