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Todos família. Todos irmãos: por uma pastoral vivida em espírito sinodal


Na apresentação do Plano Pastoral 2020/2021 o bispo do Porto pediu que cada paróquia e comunidade tenha o seu próprio plano local seguindo a orientação diocesana.

 

 

Em tempo de pandemia a apresentação do Plano Diocesano de Pastoral 2020/2021 foi transmitida em modo digital no youtube e facebook na noite de sexta-feira, 26 de junho. O padre Amaro Gonçalo, pároco de Nossa Senhora da Hora é membro da equipa coordenadora do Plano Pastoral e foi o moderador da sessão de apresentação. Os protagonistas foram os membros da equipa coordenadora que é animada por D. Armando Domingues, bispo auxiliar do Porto.

 

Para a pastoral local

O bispo do Porto na intervenção que serviu de pórtico à apresentação de todo o Plano Pastoral Diocesano agradeceu o esforço e trabalho da equipa coordenadora. Em particular, assinalou a importância de que cada paróquia e comunidade possa ter um “pequeno plano para orientar a sua ação pastoral”. Um plano para aplicar a “orientação da diocese” em cada comunidade localmente.

Destaque também na breve comunicação do bispo do Porto para a necessidade de serem privilegiados os jovens na ação pastoral das paróquias. Importante também a utilização dos meios digitais. D. Manuel Linda salientou a importância da flexibilidade na planificação pastoral de cada paróquia devido à pandemia.

Temas e ambientes de ação

Foi objetivo desta apresentação dar voz aos restantes elementos da equipa coordenadora do Plano Diocesano de Pastoral. São na sua maioria leigos contando com a presença de um sacerdote. As suas comunicações apresentadas em formato vídeo estão agora também disponíveis nas plataformas digitais youtube e facebook bem como toda a apresentação. Os temas destas comunicações foram os seguintes:

A importância dos leigos, por Luís Carlos Pereira Gonçalves, professor de Educação Moral e Religiosa Católica. Colaborador Pastoral em Tuias, Marco de Canaveses.

A família, Igreja Doméstica, por Vera Lúcia Pereira da Cruz, Professora de Educação Moral e Religiosa Católica. Colaboradora no Serviço Diocesano de Música Litúrgica. É de Silvalde, Espinho.

A renovação da Catequese, por Maria dos Prazeres Moreira Machado Professora de Educação Moral e Religiosa Católica. Catequista em Roriz, Santo Tirso.

O plano digital e o Cuidado da Casa Comum, por Jorge Manuel Sousa Gomes, Diácono Permanente nas Paróquias de Moreira e Mosteiró, Maia.

Os jovens, motores da transformação, por Marta Isabel Pinto Esteves Cerejo de Sousa da Pastoral da Juventude.

De uma Pastoral por setores a uma pastoral por projetos, por padre Emanuel Brandão, pároco de Matosinhos.

Em espírito sinodal

A última intervenção coube a D. Armando Domingues, responsável pela equipa coordenadora. O tema abordado foi “Um estilo sinodal para a nossa Pastoral”. O bispo auxiliar do Porto salientou na sua intervenção a “emergência pastoral” que vivemos, em particular, neste tempo de pandemia, recordando a necessidade de uma Igreja “mais laical e menos clerical”.

D. Armando Domingues considerou que onde alguns veem “desânimo” devemos ver “oportunidade” também na importância do ambiente digital. Destaque para a ideia de “uma Igreja mais família” fazendo “mais leigos como protagonistas”.

Para o bispo auxiliar do Porto “mais importante que o trabalho” de “muitas horas” é a “experiência que fica” de um caminho em “espírito sinodal”. O percurso de uma equipa coordenadora que agora se comunica para animar as comunidades com o “desejo” de que temos nos “conhecer melhor” sabendo que “em cada realidade e evento humano está a ação criadora de Deus, que comunica a cada ser a sua bondade e o Seu Amor Misericordioso renovador” – disse D. Armando Domingues.

Foi em clima de oração que se concluiu a apresentação do Plano Diocesano de Pastoral na proposta de duas das colaboradoras da equipa coordenadora: Ana Schulz Almeida do Secretariado Diocesano da Educação Cristã da Infância e Adolescência (SDECIA) e Elisa Maria da Silva Ferreira Tavares, Professora de Educação Moral e Religiosa Católica. No mesmo tom foram as notas finais do bispo do Porto consagrando o ano pastoral a Nossa Senhora “para que dê frutos abundantes”.

RS