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COMPREENDO E ACEITO

Porto Nascente: Crisma vicarial na Senhora da Conceição

Uma igreja cheia, um povo a cantar, centro e trinta jovens manifestando querer viver o Evangelho de Jesus e aceitando ser enviados em missão. Foi, na tarde de Domingo, dia 7, no Crisma vicarial, que habitualmente se realiza na Catedral, mas desta vez teve de ser numa das igrejas da Vigararia Porto-Nascente, na Senhora da Conceição. Presidiu D. Pio Gonçalo, bispo auxiliar que acompanha a vigararia.

Os dois encontros de preparação, um orientado por D. Pio na igreja da Areosa e outro pelo P. Rubens na cripta da Senhora da Conceição, a participação na vigília do Pentecostes e na celebração da Reconciliação permitiram que todos se sentissem motivados para um momento bem festivo e que foi marcante para todos. Provenientes da Areosa (35), Amial (12), Paranhos (14), Senhora da Conceição (29), Bonfim (9) , Santo Ildefonso (5), Campanhã (7), Azevedo (14), Senhora do Calvário (3) – os das Antas (19) foram crismados em dia de Santo António – e dois de Ramalde, representam um grande esforço educativo por parte das paróquias, sendo também um forte motivo de esperança. A foto de “Seara Produções”, nas escadas que encaminham para o mundo, será significativa.

D. Pio, na homilia e no apelo final, enalteceu o trabalho dos catequistas e a perseverança dos crismandos, apelando a que prossigam dando sangue novo à Igreja: uma nova etapa os espera, sendo o Crisma apelo a uma vida de generosidade e serviço. Salientou que são poucos os trabalhadores, e com o Papa Francisco, disse: “É feio ver um jovem parado, que vive, mas vive como um vegetal. Dão-me muita tristeza ao coração os jovens que vão para a reforma aos vinte anos! Sim, envelheceram cedo … É preciso viver, não ‘ir vivendo’ ”. E também: “Queridos jovens, não sois o futuro, mas o agora de Deus. (…) É Ele quem vos convoca e chama. (…) Não amanhã mas agora”. E concluiu: “Deus não dispensa ninguém. Na paróquia e a partir da paróquia; na celebração da fé e a partir da celebração da fé. Na família, na escola, no trabalho: os que já cá estamos e os que andam distraídos; os que já cá estamos e os amigos, conhecidos ou quem nós encontrarmos”.

(inf: padre Fernando Milheiro)