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Vigília Pascal. Bispo do Porto: “um povo de fraterna união que segue a Luz de Cristo”


Para construir uma Igreja sinodal na diocese do Porto, D. Manuel Linda destacou a centralidade da Palavra de Deus. “Só nessa Palavra seremos capazes de discernir os sinais dos tempos, escutar o Espírito que guia a Igreja, afastar os medos da mudança e renovar as estruturas e colocar todos os batizados nas sendas da missão”, afirmou. 

 

Na homilia da Vigília Pascal, no sábado 4 de abril, D. Manuel Linda assinalou como pode ser uma “Igreja sinodal” na diocese do Porto: “um povo de fraterna união que segue a Luz de Cristo”.

 

“Uma Igreja sinodal, tal como queremos ser na nossa diocese do Porto, é isto mesmo: um povo de fraterna união que segue a Luz de Cristo, vigia para que essa Luz ilumine no máximo do seu esplendor, segue a Luz como esposa fiel do seu Esposo e, nessa Luz, revela o seu rosto sempre rejuvenescido, alegre e simpático”, sublinhou o bispo do Porto.

 

Referindo as promessas batismais renovadas nesta grande vigília, D. Manuel Linda afirmou que através do Batismo temos todos a mesma dignidade de filhos de Deus, independentemente das funções de cada um na Igreja.

 

“E ao renovar as promessas do Batismo, esta Igreja que nós somos, reconhece que todos fomos introduzidos na mesma dignidade de filhos de Deus, membros do mesmo corpo e participantes da relação de Jesus com o Pai, independentemente das nossas funções, carismas e ministérios”, disse D. Manuel Linda.

 

“A renovação das promessas batismais não é, pois, apenas um ato litúrgico, mas o motor de uma Igreja sinodal que escuta, caminha junta e se sente corresponsável pela missão”, acrescentou.

 

O bispo do Porto destacou a centralidade da Palavra da Deus, muito vincada na longa liturgia das leituras bíblicas da vigília pascal. Afirmou que é refletindo sobre a Palavra de Deus “que se criam espaços de conversação fraterna e escuta mútua, superando a solidão e a indiferença”.

 

“Só nessa Palavra seremos capazes de discernir os sinais dos tempos, escutar o Espírito que guia a Igreja, afastar os medos da mudança e renovar as estruturas e colocar todos os batizados nas sendas da missão”, frisou D. Manuel Linda.

 

“Irmãs e irmãos, o Senhor ressuscitou. É este o centro e a consistência da nossa fé”, afirmou o bispo do Porto lembrando que Jesus vai à nossa frente para a Galileia da paz e da felicidade.

 

“Ele vai à nossa frente para aquela Galileia da paz, da beleza e da felicidade. Ele formou um povo santo que caminha na história para solidificar as fraturas que a sociedade gera, para limpar as lágrimas dos que nada mais veem que não seja negrura e morte, para construir a paz a partir de dentro de um coração sensível e amoroso, para dar vista aos cegos e curar os mudos, enfim, para nos dar esperança e coragem”, disse D. Manuel Linda na conclusão da sua homilia.